BR-101 registra 55 acidentes com uma morte e 36 feridos.
Uma pessoa morreu e 36 ficaram feridas, nos 55 acidentes que ocorreram na BR-101, entre Niterói e Espírito Santo durante a Operação Corpus Christi. A operação começou à 0h da quarta-feira (29) e acabou à meia-noite do domingo (2).
Segundo a Autopista Fluminense, concessionária que administra a rodovia, a Operação Corpus Christi apresentou o melhor resultado, apresentando uma redução de 14% e 80% nos números de acidentes e óbitos, respectivamente, em relação ao ano anterior . O balanço foi divulgado na tarde de segunda-feira (3).
O primeiro acidente ocorreu no quilômetro 224, altura de Silva Jardim, na tarde chuvosa de sexta-feira (31). Um carro colidiu frontalmente com uma carreta. O motorista do caminhão morreu na hora.
Na mesma tarde, por volta das 17h15, no quilômetro 163, altura de Macaé, um caminhão que transportava gesso pegou fogo. Apenas uma pessoa teve ferimentos leves e foi encaminhada para o Hospital Público de Macaé (HPM). Por conta das chamas, o tráfego na rodovia ficou totalmente interditado por cerca de duas horas.
Durante o período entre a zero hora do dia 29 de maio (quarta-feira) até a noite de 2 junho (domingo), a BR-101 obteve um reforço operacional para atender ao aumento do tráfego.
No domingo (2), o Centro de Controle Operacional (CCO) da concessionária que administra a rodovia registrou o maior número de ocorrências, fechando em 210 atendimentos aos usuários para auxílio mecânico e socorro médico, entre outros. No total do período, foram feitos 889 atendimentos, sendo 506 atendimentos para veículos com pane mecânica.
Fechando a volta do feriadão na manhã de ontem (3), uma colisão entre dois carros, interditou a BR-101, na altura do km 243, em Silva Jardim, nos dois sentidos. Na batida, um dos veículos pegou fogo. Chovia bastante no momento do acidente e a rodovia chegou a ter três quilômetros de retenção nos dois sentidos.
No início da tarde, a concessionária divulgou um boletim informando que uma pessoa morreu no acidente. Outras quatro pessoas, sendo três com escoriações leves foram encaminhadas para um hospital em Rio Bonito. Até o fechamento desta edição, os nomes das vítimas ainda não haviam sido divulgados.
Prefeitura segue com obras de recapeamento no Parque Aeroporto.
Porta de entrada da cidade para quem chega pelo ar, a Avenida Hildebrando Alves Barbosa, no Parque Aeroporto, segue com as obras de recapeamento asfáltico. Iniciadas no início de maio, as melhorias abrangem o trecho que começa no 32º Batalhão da Polícia Militar e termina na altura do bairro da Ajuda de Baixo.
Na manhã desta segunda-feira (3), uma equipe trabalhava na altura do Aeroporto de Macaé, na pista em direção a Rodovia Amaral Peixoto. O serviço conta com uso de máquinas e caminhões. Os motoristas que trafegam por esse ponto precisam ter a atenção redobrada e reduzir a velocidade. Segundo a Prefeitura, essas ações visam proporcionar melhores condições e conforto para os condutores que passam todos os dias pelo local. Essas obras são de responsabilidade da secretaria de Limpeza Pública e Manutenção.
Quem passa todos os dias pela via aprova a iniciativa da atual gestão. "Isso aqui estava ruim há um tempo, cheia de buracos, alguns abertos no final do ano passado. Como ela é de grande importância, essa medida é fundamental. Não é só questão de conforto, mas também de segurança, uma vez que esses buracos podem causar prejuízos aos veículos e acidentes. Queremos que essas iniciativas sejam implantadas em toda a cidade a fim de promover um trânsito melhor para todo mundo", ressalta o morador do Parque Aeroporto, Tiago Martins.
Além do asfalto, a população que trabalha no terminal e mora no bairro também cobra das autoridades a implantação de sinalização para os pedestres que cruzam a via todos os dias. Sem nenhum tipo de local para travessia, acidentes por atropelamento são registrados com frequência nesse ponto.
Desde o ano passado a equipe do jornal vem relatando o problema da falta de sinalização no trecho em frente ao Aeroporto de Macaé. Como não há sinal de trânsito, redutor de velocidade ou passarela, as pessoas precisam ter cuidado redobrado durante a travessia para não entrar para as estatísticas de mortos por atropelamento no local.
Segundo quem trabalha no terminal, ou mora no bairro e precisa cruzar a via para pegar o ônibus, a falta de sinalização é a principal causa dos atropelamentos que ocorrem. O radar instalado um pouco mais adiante não é suficiente para impedir que condutores passem em alta velocidade em frente à entrada principal do aeroporto. Somente em frente ao aeroporto atravessam em média 6 mil pessoas por dia, que são funcionários da Infraero, pessoas que estão embarcando ou desembarcando do aeroporto e moradores, que utilizam os caixas eletrônicos do Terminal.
"A situação piorou. Com o asfalto novo, os motoristas estão correndo muito mais. O perigo fica maior na pista de quem vem para o Parque Aeroporto, onde carros, motos, caminhões e ônibus trafegam acima do limite de velocidade. Já tivemos muitos casos de atropelamento nesse trecho, inclusive alguns com morte e não podemos deixar que mais pessoas morram por causa disso. É uma medida simples que cobramos das autoridades há anos e até hoje não fomos atendidos.
Já tivemos muitas promessas e nós queremos que alguma providência seja de fato tomada a fim de prevenir novas tragédias", ressalta o presidente da Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (Cipa) do Terminal, Luiz Celso Pereira dos Santos.
Já tivemos muitas promessas e nós queremos que alguma providência seja de fato tomada a fim de prevenir novas tragédias", ressalta o presidente da Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (Cipa) do Terminal, Luiz Celso Pereira dos Santos.
De acordo com a Prefeitura, a instalação de uma sinalização nesse ponto encontra-se em processo licitatório.
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